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Num barco, no mar revolto de palavras

Um texto só sobrevive, se arrebanhar um leitor!!!!
Um leitor só existe, se alguém escrever!!!


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Entrevista na Revista Digital - Boletim Salesiano

http://livrodigital.edebe.com.br/boletimsalesiano/webview.html#com.edebebrasil.07.11.002016

Entrevista no Boletim Salesiano - Click no link



http://www.boletimsalesiano.org.br/index.php/component/k2/item/7345-educador-como-vocacao

http://www.boletimsalesiano.org.br/index.php/noticias-bs/item/7546-aluna-da-rse-vence-concurso-de-literatura-infantojuvenil





A aluna Giovanna Benetti de Almeida Alves, do Colégio Salesiano São José de Sorocaba, SP venceu o IV Concurso Nacional Literário Infantil Espantaxim e o Castelinho Mágico na categoria Redação.
Motivados a escrever, alguns alunos do 7º ano interessaram-se pelo concurso e, sob a orientação do professor Ademar Oliveira de Lima, escreveram sobre o tema “Brasil, gigante pela própria natureza”.

domingo, 11 de dezembro de 2016

A leitura como sofrimento diabólico

A leitura como sofrimento diabólico

Salão Vermelho do Inferno

Capeta Mor em Entrevista coletiva

Cerimonial do Inferno - Bom dia Senhoras e Senhores jornalistas, a entrevistas de hoje vem na direção de atender aos anseios da nossa comunidade. Dada a relevância do fato e sem me alongar muito, passo a palavra ao excelentíssimo Sr. Diabo Mor, O Capeta!

Capeta Mor: Como sabem o inferno está em crise. Por esta razão me dispus a falar com a imprensa. É de meu costume não levar preocupação a nossa comunidade, mas desta vez o Brasil extrapolou é vai fazer de nós a próxima vítima.

Jornal Boca do Inferno: Quando da discordância com Deus, no começo do mundo, em que o Senhor saiu para montar o Inferno, já imaginava chegar a esta situação?

Capeta Mor - Quando saí do céu com a incumbência de tentar o ser humano, eu não imaginava que seria um sucesso, eu não imaginava uma globalização e deu no que deu. Crise sem precedente.

Jornal Tridente com fogo: Mas crise todos os setores tem, portanto falar em crise sem precedente é ignorar que existiu Judas e Ali Babá e seu 40 ladrões. O Senhor concorda com essa afirmativa?

Capeta Mor. - Quando Judas traiu Jesus Cristo por um punhado de dinheiro, foi a nossa primeira crise. O dinheiro ganhou a cabeça das pessoas e o inferno tornou-se a moda da época! O pecado era individual. Com Ali Babá o pecado virou coletivo! A caminhar neste prisma, imaginei que não haveria Inferno que suportasse esse crescimento assustador. Na época tivemos de pensar numa rápida modernização do Inferno!

Jornal Labareda : Com todas essas crises o que de ensinamentos foram extraídos e que poderia ser aproveitado para a comunidade inferniana? E que aprendeu nestes séculos em gestão estratégica?

Capeta Mor. Confesso que me surpreendeu muito essas mudanças. Nos primórdios, eu comecei sozinho, tentava um aqui outro acolá sem muito sucesso. O pessoal era muito religioso e eu não tinha muita habilidade nessa área. Foi um luta de perseverança, Deus sabe disso! Ele acompanhou o meu sofrimento! Hoje considero que o Inferno está bem estruturado, mas para o que virá, não temos condições imediatas de atender os que vão chegar nos próximos anos e oferecer um castigo justo com todo o calor infernal e as técnicas de fazer sofrer ainda precisamos de investimento, apesar dos patrimônios dos condenados ricos e milionários serem considerável, porem são minorias e que distribuídos numa escala quase democrática ainda é um sistema carente do calor do fogo.

Jornal Fogo do Inferno - Qual é a evolução tecnológica que o Inferno oferece aos seus condenados? Ela atende hoje de maneira razoável os seus detentos?

Capeta Mor. - Antigamente, o nosso atendimento era com fogueirinhas com gravetos aqui e acolá. Depois investimos na plantação de eucalipto, daí o calor aumentou consideravelmente. Depois mudamos a disposição das fogueiras, chegamos a fazer rodas de fogueira, depois corredores de fogueiras e hoje temos dois andares de mármore quente para atender os pecadores de alta periculosidade!

Jornal Carinho de Fogo - Pelo seu relato ainda o inferno está devendo em tecnologia. Há outras modernizações a serem implantadas?

Capeta Mor. Há uma série de modernização a ser implementada, mas eu não sou um Deus que estala os dedos e a coisa sai pronta do nada. A batalha é grande, tem que haver investimento. Nossa clientela é de desonesto e negociar com eles não é fácil. A corrupção também chegou no Inferno e eu dependo das empreiteiras para ampliação! Deus tem o paraíso, eu não tinha nada, o que consegui, foi através dos bens dos condenados! Logo terei problema de espaço físico! E é esse o meu problema mais imediato! Há previsão de um setor com fogo elétrico, fogo a gás, fogo com energia solar, produto embalado com ar quente e por aí segue, mas não será o suficiente para atender a demanda de pecadores que chegam ao Inferno todos os dias. Já desburocratizamos o máximo e ainda vamos rever alguns entraves!

Jornal Fogo Intelectual - Pela sua explanação, não percebi um atendimento diferenciado aos intelectuais condenados, há uma previsão de atender esse segmento?

Capeta Mor. - O mundo também mudou nesse aspecto. Antigamente o homem vivia nas trevas, em total ignorância. Depois da invenção da escrita o homem ficou mais esperto. Aliás o esperto ficou mais esperto. Aprendeu a ler e condenou o restante à ignorância (Inferno na terra) por falta de investimento na Educação para que pudessem dominar os demais. Ignorância não é virtude é um pecado do comodismo em função disso tivemos que criar os trabalhos físicos e o artesanato. Embora com a globalização da informação e de em alguns países ter melhorado o sistema educacional muito via Enem - PróUni e Fies e outros mais programas praticados no Primeiro Mundo provocou um aumento considerável em formados em nível de Terceiro grau. Estamos pensando até em criar um programa de Mais Escritores aqui no inferno com condenados intelectualizados para criar livros que apliquem o sofrimento intelectual. Em resumo uma biblioteca com assuntos do Inferno. Há no projeto até uma TV Infernal.

Jornal Inferno do mundo Real - Na terra discute-se muito a questão da previdência, já existe um pensamento para resolver de vez essa questão. Há algum direcionamento para a solução desse problema no Inferno?

Capeta Mor - Gostei de um exemplo vindo do Brasil. Vou criar um Departamento de Relações Institucional para dialogar sobre os problemas comum entre o Céu e o Inferno. A questão da Previdência aqui é um inferno! Deus criou o pecado original e o eterno, diante disso imagine o "Se vira nos trinta" aqui no Inferno. Como só aumenta a quantidade de condenados, estamos pensando conversar com um Representante de Deus para liberar alguns com tornozeleira eletrônica para o Purgatório e alguns detentos com psicopatia para o Céu, porque o castigo para incapaz não tem sentido, uma vez que não tem consciência do pecado e nem do castigo! Ou uma revisão da morte. Dar a chance de morrer de novo e sair do Inferno. Aliviaria bem o espaço prisional e conseguiríamos atender a essa alta demanda!

Revista O Inferno da Economia - Quanto ao aspecto Econômico eu não ouvi nenhuma citação, esse ignorar do importante aspecto dá a impressão que a economia vai bem. É de fato essa beleza?

Capeta Mor - Uma beleza é só no Céu. No Inferno é semelhante ao sistema da terra. A mão de obra não está fácil, estamos com carência de esteticista, maquiadores produtos de beleza e equipamentos à fins! Nós desenvolvemos um castigo chamado Fogo do Ego é um sofrimento aplicado nas condenadas de classe média e rica, ele consiste em embelezar a mulher pobre para provocar a inveja e a ira nas mulheres que viveram esse tratamento de beleza na terra e provocar a dor do sentir o drama de quem nunca teve esse sofrimento! Estamos aguardando verbas, por isso já temos alguns projetos para o incentivo a vários setores desse seguimento! Estamos também investindo na era virtual. Vamos utilizar esses jovens recém chegados para gerenciar a aplicação da ilusão de ótica no condenados masculino com chuva de dinheiro e mulheres nuas. As nossa bebidas serão reformuladas! Já há um projeto piloto em estado avançado de pesquisa, batizada com o nome de Capote de Fogo! E assim vamos agregando conhecimento e modernizando. Nossa clientela é composta de maioria de idosos! Os mais novos só vem para cá em caso de acidentes! Portanto a comunidade tem experiencia, mas anão traz modernidade!

Revista Pecadores Amenos - Como estratificação aqui no Inferno classes de pecadores ou outra forma de segmentação?

Capeta Mor - No começo eram duas divisões os espertos e os ignorantes. Depois criamos a classe do condenados mantenedores. Algum tempos depois criamos a classe dos pecadores contumaz. São aqueles que acham que sofrem mais dos que os outros. Sabe aquele que quando ouve o sofrimento alheio e diz "Isso não é nada, o pior aconteceu comigo" eles provocam stresses nos nossos colaboradores reclamam que sofre menos que os demais e que o sistema é injusto! E estamos estudando uma estratificação melhor para atender outras exigências de outros segmentos!

Revista dos Excluídos - Há um pensamento no Céu, segundo fontes confiáveis, que o Inferno infiltrou um espião para roubar tecnologia e desestabilizar o Reino Divino! Essa informação é verídica?

Este é apenas um fragmento! Para ler a entrevista completa, sem censura, aguarde o Livro em Fevereiro de 2017!
(Santiago Derin)

domingo, 27 de novembro de 2016

Peça teatral - Programa de Rádio

Peça teatral – Programa de Rádio
Autor: Santiago Derin

( A personagem está com um fone de ouvido no palco sentado à mesa da rádio)

Diego Dias – simular um Stúdio

Ola, amigos ouvinte da Rádio Pedra Preta de Sorocaba!  Aqui que fala é Diego Dias o seu locutor, aquele  que alegra as suas tardes de sábado com a melhor programação de música e este é “Ao pé do ouvido”  o seu melhor programa vespertino da rádio brasileira.

Esteja onde você estiver: na sua casa, no seu carro, no seu trabalho ou no seu lazer. Nós estaremos com você por duas horas levando-lhe, o melhor som ao pé do seu ouvido e as mais importantes notícias: local, nacional e internacional!
Sempre  sob o patrocínio da Padaria Pão de Bengala o melhor pão da região!

“ Se você quer pão, leve o pão do coração da Padaria Pão de Bengala! Além da qualidade, ele é feito com perfume e com o coração da famosa nutricionista: Maria Flor!”

E agora vamos falar diretamente com o nosso repórter Bruno Cabral que está neste momento na quadra do Colégio Salesiano São José, no Mangal, na cerimônia de autógrafos do Livro Jovem 2016!  
Bruno Fala aí me Rei Pórter!!!!

Bruno Cabral (repórter está na quadra do Colégio em frente ao público com transmissão ao vivo da cerimônia)
Fala meu amigo Diego Dias!

Diego Dias - Diz aí Rei Pórter, como está a festa por aí! Já começou?

Bruno Cabral - Já e está bombando! As arquibancadas estão lotadas de leitores, pais, avós, parentes e sem contar os convidados. Para você ter uma ideia, vou pedir para a galera da arquibancada mandar um alô para você no Studio !
- Quem está gostando faz barulho aí!!!
Bruno Cabral - Ouviu meu Louco Tor Diego Dias????

Diego Dias - Ouvi ,meu Caro Rei Porter Bruno Cabral! Esse grito é conhecido, são dos clientes da Padaria Pão de Bengala!! Gostou da frase?

Bruno Cabral - Gostei!! Meu Caro Louco Tor. Além de serem clientes da Padaria Pão de Bengala, são leitores do Livro Jovem do Salê!

Diego Dias - Bruno! Bruno, Alô Bruno!

Bruno Cabral - O sinal está ruim, não estou te ouvindo... Mas vou seguindo daqui, sempre com o patrocínio da Padaria Pão de Bengala!

Diego Dias - Bruno está me ouvindo?

Bruno Cabral -  Melhorou meu Louco Tor! Fala aí!

Diego Dias - Você tem alguma entrevista pronta?

(Repóprter chama Maria Carol da plateia para uma entrevista ao vivo)

Bruno Cabral - Tenho! Tenho aqui ao meu lado uma Garota muito bonita que é ouvinte da Radio Pedra e adora o nosso programa! Como é o seu nome?

Maria Carol - Maria Carolina....!

Bruno Cabral - Qual é a razão fundamental da sua presença hoje aqui?

Maria Carol - Vim prestigiar a minha amiga Giovanna, que é autora de um dos textos do Livro Jovem!

Bruno Cabral - Manda um abraço para sua amiga!

Maria Carol - Giovanna Beijos!!!!

Bruno Cabral - Pede uma música para tocar em nosso programa!

Maria Carol - Eu queria ouvir à música “ Fico assim sem você” !

Bruno Cabral - Você acabou de dizer que queria ouvir a música, então não quer mais?

Maria Carol - Claro que quero ouvir a musica sim, mas eu posso fazer um pedido bem especial para o melhor programa da tarde brasileira?

Bruno Cabral - Diego dias diz aí meu Louco Tor!

Diego Dias - Meu caro Rei Pórter o nosso ouvinte não pede, ele manda!

Bruno Cabral - Então Maria Carolina pode pedir!

Maria Carol - Antes de tocar a música, eu posso declamar a letra da música para dar mais emoção?

Bruno Cabral - Meu amigo Louco Tor, ela quer declamar a música! E eu vou pedir a ela que, no microfone, da Rádio Pedra Preta para todos os ouvintes  do Programa “Ao pé do ouvido!! “
Galera da arquibancada o nosso silêncio de respeito aos sentimentos de emoção da nossa Declamante Maria Carolina!

Maria Carol  (Declama a música)

Bruno Cabral - Meu grande Louco Tor, é só a Nossa Rádio que consegue levar emoção e diversão intelectual de alto nível! Com você meu caro Diego Dias!

Diego Dias - Valeu Bruno Cabral O Rei Porter! Agora com vocês ouvinte  a música “ Eu fico assim sem você!

A música será interpretada ao vivo por uma cantora.

Fim